Business & Intangibles Valuation

Valuation de empresas

Laudo de avaliação econômico-financeira para decisões, operações e demonstrações financeiras.

O valuation estima o valor de uma empresa ou de uma participação numa data-base, a partir da capacidade de gerar caixa, do risco desse caixa e das referências de mercado disponíveis. O laudo de avaliação econômico-financeira registra o método, as premissas e as fontes de forma que o resultado possa ser revisto por terceiros, como auditores, contrapartes, árbitros e o conselho de administração.

Quando o laudo é pedido

Compra e venda de empresas e de participações, entrada de investidores, entrada e saída de sócios, planejamento sucessório e reorganizações societárias estão entre os motivos mais comuns. O laudo também atende fundos de investimento em participações qualificados como entidades de investimento, que mensuram as investidas a valor justo, e conselhos que precisam de uma referência independente antes de aprovar uma operação.

Em operações regidas pela Lei das S.A. e pela CVM, como incorporações e ofertas públicas, e em disputas entre sócios, o laudo segue regras próprias, tratadas nas páginas de laudo para incorporação e de apuração de haveres.

IVS 200 · CPC 46 · IFRS 13

Métodos

Na maioria das empresas operacionais, o método principal é o fluxo de caixa descontado, que projeta o caixa livre e o traz a valor presente pelo custo de capital. O resultado é conferido por múltiplos de empresas comparáveis e de transações. Em holdings, empresas imobiliárias e negócios em liquidação, o patrimônio líquido a preços de mercado tende a ser a referência mais adequada.

O custo de capital próprio parte do CAPM em dólar, com a taxa livre de risco dos títulos do Tesouro americano, o risco-país, o beta de empresas comparáveis e o prêmio de risco de mercado, mais um prêmio de porte quando cabível. A taxa é convertida para reais pelo diferencial de inflação entre os dois países.

O que o laudo traz

O laudo apresenta o contexto do negócio e do setor, as demonstrações históricas ajustadas e as projeções com a origem de cada premissa. Traz também a construção do custo de capital, o valor por método com a reconciliação entre eles e as sensibilidades às premissas que mais movem o resultado.

Os working papers documentam o laudo, com as contas em fórmulas e a trilha de cada número até a fonte, o que permite a qualquer revisor reconstruir a conclusão a partir do dado bruto.

Como a CBG conduz o trabalho

O trabalho começa pela definição da finalidade, da base de valor e da data-base, que determinam o método e o nível de detalhe. Seguem a análise das demonstrações financeiras, as entrevistas com a administração sobre o plano de negócios e a modelagem.

Quando a empresa tem imóveis, máquinas ou intangíveis relevantes, as disciplinas de Avaliação Imobiliária, de Ativos Fixos e de Business & Intangibles Valuation avaliam esses ativos no mesmo cronograma.

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva um valuation?

O prazo é fixado na proposta, conforme o porte da empresa, a organização das informações e a finalidade do laudo. O kickoff ocorre em até dois dias úteis após a contratação.

Qual é a diferença entre valuation e laudo de patrimônio líquido contábil?

O laudo contábil confirma o patrimônio líquido registrado no balanço e é assinado por contador. O valuation estima o valor econômico da empresa, que reflete a capacidade de gerar caixa e costuma diferir do patrimônio contábil.

Qual método é usado?

Na maioria das empresas operacionais, o fluxo de caixa descontado, conferido por múltiplos de mercado. Em holdings, empresas imobiliárias e negócios em liquidação, o patrimônio líquido a preços de mercado tende a ser mais adequado. O laudo justifica a escolha.

Um múltiplo de EBITDA basta para saber quanto vale a empresa?

O múltiplo dá uma referência rápida, que depende da escolha das empresas comparáveis e de ajustes de porte, crescimento, endividamento e liquidez. No laudo, ele serve para conferir o fluxo de caixa descontado e raramente sustenta a conclusão sozinho.

Valor justo, valor de mercado e preço são a mesma coisa?

Nem sempre. O valor justo, usado nas demonstrações financeiras, é o preço que seria recebido pela venda de um ativo em transação não forçada entre participantes do mercado na data de mensuração (CPC 46). O valor de mercado das IVS parte de premissas próximas, com comprador e vendedor dispostos, informados e sem compulsão. O preço de uma operação pode refletir também sinergias próprias do comprador e a negociação entre as partes, e ficar acima ou abaixo desses valores.

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Contato

Carlos Bernardo Gonçalves

Managing Partner

carlos.bernardo@cbgvaluation.com